domingo, 12 de agosto de 2012

As fases e armadilhas da vida de uma bailarina - Parte I




As fases e armadilhas da vida de uma bailarina -  Parte I

Depois de tantos anos dançando, e muitas tentativas de parar, que nunca passaram da mera hipótese, sou obrigada a reconhecer que além de viver de dança, ela também é meu vício.

Por mais que tenhamos através dela tudo de bom e tudo de ruim, ainda parece que o saldo positivo ganha do negativo e então permanecemos.

Existem muitas formas de observar nossa trajetória, uma delas é a comercial, ver a nós mesmas como produto do mercado de entretenimento, mas sobre isso nem vou falar pois existe abundância de texto e de teorias, inclusive de pessoas que nunca dançaram e que só detém um lado desta moeda.

Tenho pensado muito, sobre as outras faces da dança, um pouco como as tantas faces de Eva.
Nenhuma de nós, é simples de ser compreendida, o fato de sermos mulheres, por si só complica tudo.
Para desenhar um quadro me perco na minha própria história, o que dirá da história de tantas outras.

Como começamos na dança?

Cada uma tem um motivo, e eles variam na mesma diversidade de nossos tons de pele e cores de cabelo.
O fato é que ao começar, não temos a mínima ideia, de onde isso vai nos levar.
 Talvez fosse interessante fazer um questionário, sobre os efeitos emocionais da prática da dança, ainda que por pouco tempo , nas milhares de mulheres que a experimentaram.
Tem algo que ouso afirmar, ninguém sai impune. Mesmo que tenha sido uma tentativa de 3 meses, isso de alguma forma lhe marca.

E agora fiquei, não consigo largar esta dança!
Aqui começa nosso calvário, ou melhor nossa escola.
Ao se apaixonar fazemos tudo e mais um pouco pelo objeto da paixão. Não medimos esforços, gastamos o que não temos, mas chega um ponto, onde a realidade nos chama, ou melhor o balão tem que voltar a terra, e aí tomamos novas decisões

Ontém ouvi uma frase que me parece muito pertinente:
“ a vida nos devolve exatamente na mesma proporção do que investimos nela”

Digo a mesma coisa da dança, a dança nos devolve exatamente o que fazemos por ela.
Armadilhas a postos, quais são elas? O que fazer com isso, compreender, aceitar ou evitar?

  Eu sei 

Esta armadilha, do conhecimento suficiente, traz alguns riscos, entre eles:
·         Se eu sei o suficiente, não preciso de aulas e portanto não vou a cursos, não pratico regularmente com outros olhos sobre mim, e não preciso de nenhuma sugestão

·         Outra face da mesma moeda, é o ato de não propagar as oportunidades de que minhas alunas conheçam outros trabalhos, pois isso poderia talvez, afastá-las de mim.  Ou considerando que de fato não sei tanto assim, não me exponho em situações onde o meu despreparo seria evidente.

·         Claro que as armadilhas nem sempre são conscientes, e por vezes, negamos até a morte que estamos enroscadas em uma delas

Quando o discurso ao dançar é o “ Eu sei” muito pouco de nossa alma é entregue durante a performance, ou até arriscaria a dizer , não entregamos nada. A dança é muito mais do que apenas o domínio do movimento!

  Eu sou sexy
 Essa armadilha é danada, dá a falsa impressão de poder ilimitado e aí mora o perigo.

Por que?

Ninguém é sexy para sempre, e nem jovem. Se vc é muito provocante ao dançar além da conta, cria um exercito de mulheres, incomodadas com sua presença e homens ávidos por um troféu que possa ser mostrado socialmente. 

No final das contas, o que lhe sobra?

Evidentemente a dança é sensual, agora mesmo vi em Porto Rico mulheres, dançando salsa num bar universitário, e era lindo de morrer, extremamente feminino, e atraente, mas não me incomodou em absoluto.

O problema é sempre quando a tônica passa do ponto, pois aí não é mais apenas um aspecto mas se transforma no próprio objetivo do dançar e então tudo vai por água abaixo.

Diga-se de passagem, o exercício da sexualidade faz muito bem obrigada, mas nem sempre é para ser manifestado publicamente!! Posso ser saudável e sexy para o resto da minha vida, em minha esfera particular, sem usar meus poderes devoradores, por onde passo!

  Eu serei linda e jovem para sempre!

Tadinha, essa é cruel mesmo.
Evidente que não podemos perpetuar a juventude ainda que a gente tente com bastante afinco.
A promessa de tornar perene o que é fugidio, é a maior arma na mão dos dermatologistas, e médicos que trabalham na area da estética.

Nós, na busca do perfeito que existe dentro da nossa cabeça, ou como formato desejado dentro do mercado de dança onde atuamos, acabamos por nos martirizar em busca de um ideal que não é fixo, e nem pode ser alcançado por todas as pessoas.

Vejam não tenho nada contra, procedimentos estéticos.
Sómente penso que deveriamos colocar limites, para permitir que nossos amigos nos reconheçam.

A não ser que esteja fugindo deles, e de sua família e que seu objetivo seja de fato modificar totalmente sua aparência, mesmo que isso dê a impressão de que aplicou plástico nas bochechas e excesso de pimenta nos lábios.

Sou como todas , ou muitas mulheres, e me preocupo sim com a passagem do tempo, mas estou tentando, não enlouquecer com essa armadilha, pois ela é poderosa.

Tenho quase 46 anos, e vai chegar um momento, em que não vou querer me expor tanto, já estou considerando isso, e penso que a meditação a este respeito, é saudável e convida outras pessoas a considerarem o mesmo.

Será mesmo tão penoso envelhecer com honra?
Vou contando para vcs sobre minhas impressões!

 Eu tenho um nome, você sabe com quem está falando?

Essa  é de doer, mas é verdade. Nem sempre as palavras saem exatamente assim, mas o sentido é o mesmo.
Querida, vc tem um nome? Eu também e daí?
Usando uma expressão que li ontém num email bem vindo, parece que há uma lenda urbana, toda bailarina que comece a se apresentar um pouco mais muda de nome, ou tem que mudar de nome.

Um nome pode demorar anos para ser construído e pode se destruir em pouquissimo tempo, especialmente se por trás dele nao houver o escopo de um trabalho honesto e bem feito.
Quando a bailarina arvora para si mesma um nome " artístico" era de se esperar que se transformasse em profissional. Era é o tempo verbal perfeito, pois nem todas que tem este nome especial são profissionais.

Quanto menos temos, mais nos orgulhamos. 
Minha mãe me dizia, uso sempre isso né? É que ela me faz falta....como ia dizendo, uma de suas citações, era:
Quem fala muito de outro, tem tempo de sobra e nada a fazer....
Esqueçam os nomes, o que vai ficar é quem vc é no palco, se toca ou não as pessoas.

Não é seu traje cheio de cristais austríacos, ou seu cabelo lindo, que vão fazer toda  a diferença
A diferença vai acontecer quando ao ser assistida por alguém, essa pessoa, não se impressione com você mas sim, se emocione!

Um nome é um rótulo, e não pode carregar em si todo o seu significado.
Não dê muito valor ao que é volátil!

Aprendi sózinha! Sou autodidata

Essa quando ouço, me coloca todos os cabelos da nuca em pé.

Tem gente que acha, que foi dormir sem saber nadica de nada, e acordou dançando.

Ou pior, tem uma amnésia muito específica que diz respeito a todas as pessoas que ela já encontrou desde que se interessou por esta bendita dança, mas de repente, não entende mais se toda esta vastidão de gente, tem qualquer importância no desenvolvimento dela.

Costumo dizer que até com as pessoas, com quem experimentamos o sabor amargo da vida, também aprendemos.

Vem me dizer que não tem professora?

Ou nasceu pronta ou é mentirosa!
Um seria milagre e o outro é bem comum.

Não caia nessa, sempre se lembre do caminho percorrido.
A vida é rua de duas mãos, uma hora a gente vai, na outra a gente volta, e pode precisar de algo!

Meninas, o texto continua a partir de amanhã!
Tem muita coisa ainda para vir!!!

32 comentários:

Shanasis Al Shams disse...

Mais uma vez MUITO OBRIGADA LULU!!
Obrigada por dançar, obrigada por ensinar e por compartilhar teus pensamentos para que possamos crescer não apenas como bailarinas e professoars, mas principoalmente como seres humanos...

Ana Paula Ferreira da Silva disse...

Eu sinto cheiro de continuidade no texto... você nos deu só a pontinha da fita hein? Adorei!

Luísa Ruas disse...

Quero mais! Aliás, acho o "eu sei" ainda não pegou em mim, porque o meu defeito é querer mais! Brincadeiras à parte, muito obrigada por dispor desse espaço para a comunicação gratuita e franca, especialmente considerando que as maiores beneficiárias são as leitoras. Muitas felicidades para ti. Obrigada.

Luísa Ruas disse...

Ops... corrigindo leitores. ;)

FicaAdica disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Luciana Uzunof Hartenbach disse...

Pois eh, eu sabia que ia dar o que falar, mas eh tao bom falar a verdade que nao vou mais me calar.

Posso falar tranquilamente sobre a necessidade de olhar a danca sob diversos angulos.

Auto didata, eh quem aprende sozinho. Usando videos, vc ja tem referenciais.

Tendo referenciais, ja estuda alguem, ou algumas pessoas

Sao os chamados professores virtuais, tive e tenho varios, alem dos reais

O Blog eh aberto a comentarios mas nao serve para grosserias, portanto pediria aos manifestantes do contra, que mantivessem a educacao.

Sim , minha manutencao na vida vem atraves de minhas aulas, e qual eh o problema disso?

Para aprender o unico jeito eh estar em sala de aula, o que tambem faco todas as vezes em que posso.

Nao existe milagre nem boa sorte, existe trabalho e continuidade.

Alias uma das armadilhas da vida da bailarina eh reagir com raiva e agressao quando as palavras lhe faltam

Luciana Uzunof Hartenbach disse...

Sr Ai dentro...

Eu diria aí dentro não tem nada, só mesmo a necessidade de ser anônimo para poder dizer o que quer sem estar disposto a se expor.
Antes de mais nada não sou sua filha, e muito menos sua "FIA"
Essa terminologia, eu conheço de longa data mas só permitida para amigos, como vc não é nada meu nem minha, fica então o recado
Aqui é um espaço aberto mas sua opinião tem que ser manifestada com educação e sem falsas informalidades.
Raiva é uma das emoções humanas, e é evidente que também tenho, mas o que me motivou a escrever não tem nada a ver com isso.
Passar bem!

Luciana Uzunof Hartenbach disse...

Para você FicaAdica, que não tem perfil disponível.
Deveria ler o texto com mais atenção e entenderia que minha negativa sobre a independencia de aprendizado, está ligada as pessoas que se consideram absolutamente independentes de qualquer referencial.
Se vc assiste a um video mais de uma vez e busca compreender o que está ali, já está usando outra pessoa para aprender, não está mais só.
Vale também o recado para vc, quer se manifestar, seja educada, e se coloque com argumentos válidos, ou então não escreva nada.
Como já vi em tantos outros blogs, e murais, uso palavras comuns para te pedir o mesmo: Ninguém te obrigou a ler, e muito menos a escrever algo, mas se o fizer, faça com qualidade e educação!

Luciana Uzunof Hartenbach disse...

Ahh me esqueci FicaAdica, se tem os dvds do meu início vai saber que eu nunca disse que comcei com dvds, pois tive a sorte de ter uma professora real.
Meu primeiro dvd foi muitos anos depois, pois naquela época, não haviam dvds lembra? Ou vc é nova demais para isso?
Eu usei videos, depois de 8 anos praticando....
E continuo até hoje!
Se vc é amadora, não precisa mesmo de investimento, mas ao contrario se usa para si mesma o título profissional, perdeu o direito de não investir!
Como diz Camila Damato ----pronto falei!!

Gisele Surian disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Gisele Surian disse...

Lulu sempre compartilhando conosco sua sabedoria com muito carinho. Esse artigo com certeza vai dar o que falar, que cada um pense e reavalie sua trajetória....
Obrigada!

Luciana Uzunof Hartenbach disse...

Senhora FicaAdica

Deveria fazer aulas de gramática, vc me lembra alguém...
Evidentemente, pessoas podem fazer aulas e ter dificuldades para aprender.

Nada é garantido, mas aprender sem estudar não é possível.

Existem pessoas que tem facilidade especial, conheci algumas, e existem outras que batalham muito para aprender.

Respeito ainda mais o segundo tipo e absolutamente não respeito sua atitude!

Luciana Uzunof Hartenbach disse...

Não sabe quem é Camila Damato
Bem se vê que vc só vê a si mesma!

Luciana Uzunof Hartenbach disse...

Euzinhalinda,
Como coloquei anteriormente com educação e bons argumentos vc pode ficar , sem isso escreva onde quiser mas não aqui.
Bom dia!

gisb tripueht disse...

ok. falou falou mas nao respondeu meus questionamentos.

obrigada

Luciana Uzunof Hartenbach disse...

Me apontem qual o problema em dizer que:
- Devemos respeitar nosso caminho
- Se nosso trabalho é ensinar precisamos aprender mais e mais
- Podemos dizer tudo, mas com respeito ao outro?

Não vejo onde isso está ofendendo outras pessoas

Luciana Uzunof Hartenbach disse...

Agora ficou mais educada
Faça uma pergunta direta e clara , com educação e te responderei da mesma maneira gisb tripueht
Agora vc até usou o nome de seu perfil
Já melhorou
Prefiro conversar com pessoas que se identifiquem

Camilla D'Amato disse...

Apesar de afastada do tão "glamuroso" mercado da DV percebo que nada mudou. O texto expressa a mais profunda e diria até triste realidade. Se fossemos traçar um paralelo com o ballet clássico dito profissional veríamos que na DV estamos a léguas de distância do profissionalismo, onde "falar" é mais importante que fazer e realizar , onde o glitter é mais importante do que a qualidade , onde o strass é mais importante do que a ética. Por esses e outros motivos resolvi largar a carreira de professora. Muito prazer eu "DOUNOMATO" e onde quiser, porque me garanto e não me escondo sob nenhum pseudônimo "mimimi" internético. A única coisa que me entristece é observar o quanto as pessoas se incomodam com a verdade, se mentiras fossem não estariam aqui se degladiando em tão baixo nível , se tivessem argumentos o fariam com um mínimo de qualidade. Porque a DV é menos glamour e mais calo no pé ! Aquele abraço !

Pattricia disse...

Hmmm...não entendí, acho que perdí alguma coisa...O dono do Blog não escreve o que quer e o divulga à pessoas de mesmo interesse? Não entendí pq abaixo de um texto bem construtivo e bem escrito, me deparei com um ringue!Uai!
Lulu, adorei o texto! Saudades de vc! Bjs
Pattricia Moretti(Nadyra)

Mariana Diniz disse...

Lulu, além da maior bailarina brasileira, com um talento sem tamanho, escreve textos belíssimos, de muita reflexão para todos nós.
É triste ver que falta humildade em alguns para ler.
Mas que bom que existe uma bailarina de tanto renome, reconhecimento internacional, que com humildade, sabedoria compartilha o seu conhecimento e experiência conosco. Parabéns Lulu! Sou uma grande fã!

Luciana Uzunof Hartenbach disse...

Patrícia

Eu respondi pois a pessoa em questão me questionou.
A partir de agora comentários e perguntas pertinentes ficam, agressão gratuíta sai.
De qualquer maneira, democracia solicita respeito, e infelizmente este artigo de vem em quando falta!

Janah disse...

Lulu, muitíssimo obrigada pelo texto. Concordo MUITO! sem mais! Bj, Janah - RJ

Pattricia disse...

Sabe que eu me afastei da dança (Deus, como sinto falta!!), mas o seu texto é perfeitamente adaptável em outros setores, como o corporativo, por ex. Todas essas colocações podem ser vistas facilmente dentro de uma grande empresa, e de fato me pergunto o porquê de um querer ser mais que o outro e esquecer de suas próprias raízes...Acho super ultra mega válido todas as colocações não só para o mundo da dança (que mtas vezes se mostra um pouco ingrato..), mas para todos refletirmos sobre nós mesmos, nossas condutas e o que acontece ao nosso redor.
Afinal, a vida é uma eterna dança, não?
Bjs iluminados!

Luciana Uzunof Hartenbach disse...

Que silêncio. FicaAdica
Ainda não acordou direito?
Usando avós.
A minha dizia, dou um boi para não entrar numa discussão e uma boiada para não sair depois de ter entrado!
Não brinque comigo!
Eu respeito as pessoas e exijo o mesmo

Faridah Mahaila disse...

o q dizer... MAIS Q PERFEITO!!!!
CONCORDO COM TUDO!!! PARABÉNS LULU!!
essa do nome, é bem por ai, e pior a pessoa não aceita nemmm q lhe digam algo, nem troca de informação... pq ela sabe tudo!! ooo dó!!!!
autodidata é a pior!! palavra muito distorcida mesmo!!!! de assistir videos de dança, ja estamos sendo influenciadas.. a pessoa teria q ter tido a vida como os personagens do filme Lagoa Azul, e se dancasse, ai sim poderia dizer ser autodidata.
Infelizmente são coisas q temos mesmo q ter cuidado, o Ego inflamado e cheio de vaidade (a vaidade de ser para o outro, e não a de se cuidar.. q é diferente!), faz as pessoas cairem nessas armadilhas e não serem nada humildes... ja comeca a falta de humildade, em não respeitar opiniões, podemos ser contra, mas então debata, converse.. ai é tanta inha viu.. a mulherada precisa muito evoluir, parar de comaparacoes e competicoes q não levam a lugar nenhum!! Qdo as mulheres vão aprender a se respeitarem, se ajudarem, pararem de querer se julgar a tal melhor q todas, é pq não existe melhor, só o diferente e o q tem um maior conhecimento.. Só assim o mundo será melhor e mais evoluido.. e não mais machista e cheio de preconceitos!! afeee

Unknown disse...

Lulu!! Saudades!
Também me afastei do meio da dança, da dança em si, mas não das pessoas queridas e vc é uma delas.
com muita tristeza tenho acompanhado algumas notícias, mas com muita alegria venho assistindo seu sucesso. Como dançarina, professora Diva ( por que não??rsrsrs), mãe, pessoa.
Só tenho a dizer que seu texto é otimo e tão verdadeiro, não só em relação à dança, mas tb em relação à vida e muito, muito verdadeiro em relação a este mundinho virtual tão cheio de fantasias e falsidades...
Mil beijos!!
Neucimar

Luciana Uzunof Hartenbach disse...

Neucimar

Que saudade, e seus lenços lindos ainda saem de suas mãos?

Bons contatos sempre ficam náo é?
Tenho pessoas com as quais converso depois de anos e parece que foi ontém. Vc é uma delas

Obrigada pelo ar da graça!!
beijos

PriscillaBelle disse...

Lulu,
grande, sábia e tão querida.
Entrei a muito pouco tempo na dança, me sinto tão pequena por aqui... Um dia chego um pouquinho a ter 5% de todo o seu conhecimento.

Eu agradeço imensamente, por esse post, eu aprendo muito com você.
Agradeço também pela entrevista dada por você as meninas de Aracajú, mudou a minha vida na dança, pode acreditar!!!


Ah!
até hoje espero aquela resposta pra ir pro Eilat rsrs!!!
A Orit Maftsir me falou extra bem de você, a Valerick e Omaris de PR e DR tbm!!!! Prova que até fora você conquista o povo né?

Super Beijo!
Priscilla Belle

PriscillaBelle disse...

Lulu,
grande, sábia e tão querida.
Entrei a muito pouco tempo na dança, me sinto tão pequena por aqui... Um dia chego um pouquinho a ter 5% de todo o seu conhecimento.

Eu agradeço imensamente, por esse post, eu aprendo muito com você.
Agradeço também pela entrevista dada por você as meninas de Aracajú, mudou a minha vida na dança, pode acreditar!!!


Ah!
até hoje espero aquela resposta pra ir pro Eilat rsrs!!!
A Orit Maftsir me falou extra bem de você, a Valerick e Omaris de PR e DR tbm!!!! Prova que até fora você conquista o povo né?

Super Beijo!
Priscilla Belle

Juliana Batista disse...

aproveitando o codinome FicaAdica.

29 anos de dança não são 29 dias...mais respeito!

Lulu disse...

Adorei a brincadeira com o codinome! Muito bem lembrado. Obrigada Juliana

Lulu disse...

Ela agora se acalmou, depois de ser suavemnte pressionada a se comportar melhor!